Cozinhas que atendem hospitais, clínicas, colégios e grandes fábricas preparam milhares de refeições diárias. Nesses locais, a segurança alimentar é tratada com tolerância zero para qualquer foco de contaminação biológica.

A gordura estagnada nos dutos de exaustão em ambientes quentes e úmidos se transforma em meio de cultura para fungos e bactérias. O ar contaminado pode recircular e comprometer a pureza do ambiente hospitalar.

Conformidade com a RDC 216 da ANVISA

A Resolução da Diretoria Colegiada 216 da ANVISA estabelece que sistemas de climatização e exaustão não podem ser fontes potenciais de contaminação em serviços de alimentação.

Em cozinhas industriais, os auditores sanitários e as comissões internas de controle de infecção exigem relatórios de manutenção preventiva assinados por empresas especializadas, com comprovação de produtos desinfetantes com registro no Ministério da Saúde.

Protocolo hospitalar de atendimento da FullExaust

Para instalações com controle microbiológico rigoroso, aplicamos regras estritas:

  • Uso de equipamentos de proteção individual completos por toda a equipe técnica.
  • Desinfecção de ferramentas antes da entrada no setor de nutrição dietética.
  • Desengorduramento seguido de sanitização química com quaternário de amônio de quinta geração.
  • Emissão de laudo técnico com número de ordem para arquivamento no prontuário de qualidade da instituição.

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